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Pedir um crédito bancário, tornou-se num ato recorrente na vida dos portugueses, quer seja hipotecário, automóvel ou de natureza pessoal.
Para a grande maioria dos cidadãos, esta é a única solução plausível para poderem adquirir alguns dos bens que necessitam, que desejam ter ou até mesmo de pagar as suas dividas.

A grande questão que se associa ao pedido do crédito a qualquer instituição prende-se com a falta de conhecimento de todas as condições e compromissos que se assumem quando o mesmo é aprovado.

O cliente deverá ter a noção perfeita de todas as suas obrigações no momento de assinar a documentação e tem de conhecer todos os cenários que se podem apresentar ao longo da duração do crédito.

Quanto melhor preparado e consciente do processo estiver, mais facilmente tomará as decisões adequadas às suas necessidades e de acordo com a sua realidade financeira, sem correr o risco de assumir compromissos aos quais poderá não ter capacidade de fazer frente.

Este tipo de contrato é composto por inúmeras clausulas, às quais por norma o cliente não costuma prestar atenção, cingindo-se à primeira página onde estão registados os cálculos, a duração do empréstimo, etc…
Todas, mas mesmo todas as páginas e clausulas têm de ser lidas e analisadas para sua proteção.

Por exemplo, um cliente solicitou um empréstimo de 270.000,00€. Na primeira página estão expostas as condições gerais do crédito e se o cliente apenas validar estes dados, não irá ter consciência que a sua prestação, que a sua taxa de juro poderá subir para 7.743%, segundo o Banco Central Europeu, tabelada pela percentagem atingida a 01 de Agosto de 2008, e neste caso passará de 691,68€ mensais para 1.825,47€.

(Euribor a 12 meses de 01-08-2008 no valor de 5.393%, acrescida de Spread de 2.350%)

A inclusão desta clausula nos contratos, passou a ser obrigatória pelo Banco de Portugal, de modo a que o cliente total conhecimento do que está a assinar.

Mas se o cliente tem um rol de incumbências, as instituições de crédito também têm uma quota de responsabilidades a cumprir, para além do empréstimo do valor.

Qualquer que seja a instituição tem a obrigatoriedade de esclarecer os seus clientes, de os alertar para todos os riscos que podem correr ao adquirirem o crédito. O cliente é responsável por ler o contrato, mas a instituição tem a incumbência de o esclarecer em todos os pontos que não fiquem claros.
Deverão alertar para todas as possibilidades que podem levar ao incumprimento e não deixar que o cliente atinga esse patamar para posteriormente pedir contas.

Para além das instituições de crédito, outro tipo de instituições e associações existentes, deveriam cumprir esse papel de conscientização, de alerta e de apoio ao cliente. Infelizmente o que se verifica na realidade do nosso país, é que o mesmo não acontece, por vários interesses que se sobrepõem à isenção esperada.

A PWKG orgulha-se de prestar um serviço de consultoria 100% livre de qualquer pressão externa, tendo unicamente como objetivo final, o melhor interesse de quem o procura.